
O Pocurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou, em denúncia encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (18/2), que o grupo em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro indicou que o dinheiro para o plano de matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi entregue em uma sacola de vinho pelo ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto.
A afirmação integra a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que teve trechos incluídos na denúncia apresentada. O militar confirma que os recursos usados para bancar o plano ‘Copa 2022’ foram viabilizados por Braga Netto junto ao “pessoal do agronegócio”.
