Na fábula, a lebre saiu na frente.
Era rápida, conhecida, chamava atenção e tinha certeza de que venceria.
A tartaruga não tinha a mesma velocidade. Mas tinha uma vantagem: continuou caminhando.
Na política do Amazonas, a corrida pelo Governo parece seguir um roteiro parecido.
Há quem já esteja em campanha há muito tempo.
Há quem aposte no peso do sobrenome.
Há quem confie na força da máquina.
E há quem, quase sem fazer barulho, começa a aparecer cada vez mais nas conversas.
Maria do Carmo tenta ocupar o espaço da direita.
Omar Aziz aposta na experiência e no recall eleitoral.
David Almeida tem como vitrine os seus feitos a frente da prefeitura de Manaus para alcançar o palácio estadual da Compensa…
Enquanto isso, Roberto Cidade cresce nas pesquisas e passa a ser apontado como um nome competitivo para a disputa.
Na política, a corrida nem sempre é decidida na largada.
Há quem comece com mais visibilidade.
Há quem aposte na experiência.
Há quem confie na força da máquina pública.
E há quem prefira construir sua caminhada aos poucos.
Assim como na fábula de Esopo, a disputa é marcada por estratégias diferentes, ritmos distintos e pela tentativa de conquistar a confiança do eleitor.
No Amazonas, Maria do Carmo, Omar Aziz, David Almeida e Roberto Cidade percorrem caminhos diferentes rumo à eleição de 2026.
Quem representa a lebre? Quem representa a tartaruga?
Essa resposta só será conhecida quando a corrida terminar. Afinal, na política, como na fábula, ninguém sabe quem cruzará a linha de chegada primeiro.

