
A preparação para o depoimento que Anderson Torres presta nesta terça-feira (8) à CPMI que apura os atos golpistas do dia 8 de janeiro levou cerca de 20 dias e envolveu uma série de questionamentos sobre assuntos já explorados pela Polícia Federal, mas também tópicos com mais ênfase em política, que podem ser explorados por deputados e senadores ao longo da sessão.
O patrono da preparação foi o advogado do ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Eumar Novack.
Depoimento tenso
A defesa avisou Torres que ele deveria se preparar para um ambiente tenso, com aliados do governo Lula municiados de informações que visariam não só “provocá-lo, mas também quebrá-lo emocionalmente”.
